Fotos oficiais do novo Dodge Charger 2011

Foram apresentadas as primeiras fotos oficiais do novo Dodge Charger 2011.

Inspirado nas versões de 1968-1970 ele vem com motores V8 5,7 litros Hemi e 3,6-litros V6.


Saiba quando trocar as pastilhas de freio

Alguns veículos vêm de fábrica com um dispositivo eletrônico de segurança que indica o fim da vida útil da pastilha. Em veículos sem esse dispositivo eletrônico, o desgaste da pastilha é indicado por um forte ruído.

É sempre bom verificar condições das pastilhas a cada 5.000 km e trocá-las quando chegarem a espessura de 2 mm o que ocorre geralmente a cada 30.000 km. Para garantir uma boa frenagem, é aconselhável que os discos sejam verificados estes geralmente suportam até duas trocas de pastilhas sem problema algum. Após a troca das pastilhas, é recomendado que o mecânico circule com o veículo e acione o freio diversas vezes, para que haja um pré-assentamento.

As frenagens devem ser normais e o freio não deve ser acionado junto com o acelerador ou em velocidades muito altas. O assentamento só estará completo após, aproximadamente, 300 km rodados em perímetro urbano.

O fluído do sistema de freio não é consumível, ou seja não gasta, então sempre é bom ficar de olho no nível do óleo pois se baixar e a pastilha ainda não tiver gastado é sinal de que tem algum problema.

Geralmente o óleo tem validade de 12 meses e é sempre importante utilizar o recomendado pelo fabricante do veiculo.

A maioria dos carros nacionais tem lonas nas rodas traseiras e estas também merecem atenção não esquecendo dos cilindros de roda. E fique atento sempre na luz do painel em caso de alguma falha deve acender e se isto acontecer, pare o quanto antes para verificar qual o problema.

Dicas para aumentar a vida útil útil dos freios de seu carro:

- Freie sempre que possível com suavidade, dosando a força no pedal. Freadas bruscas aumentam o desgaste dos freios e pneus e podem travar as rodas, o que aumenta o espaço necessário para parar o veículo.

- Entre nas curvas em velocidade compatível. Frear dentro da curva é possível, mas requer sensibilidade. Pise com moderação e alivie a pressão se sentir travamento de roda.

- Use numa descida a mesma marcha que usaria para subi-la. Isso poupa os freios. Jamais coloque o câmbio em ponto-morto (a popular "banguela"): o desgaste dos freios e o risco à sua segurança e à dos outros não compensam a mínima economia de combustível.

- Não desligue o motor com o carro ainda em movimento. A câmara de vácuo (servo-freio) deixará de atuar, o que torna o pedal bastante pesado. Este é, a propósito, outro risco da "banguela": o motor pode morrer e você precisar frear antes de conseguir religá-lo.

- O nome já diz: freio de estacionamento serve apenas para manter o carro imóvel quando estacionado. Evite aplicá-lo em movimento, o que pode bloquear as rodas traseiras e causar um "cavalo-de-pau".

- A presença do sistema antitravamento ABS não significa que você deve frear ao máximo sem necessidade. Além do desgaste do conjunto, isso pode levar a uma colisão traseira se o veículo de trás não conseguir frear com a mesma eficiência que o seu.

- Seguindo estes cuidados é improvável que você fique sem freios. Se acontecer, porém, segure o carro através da redução de marchas e puxe o freio de estacionamento com suavidade, mantendo o botão apertado. "Bombar" o pedal permitirá saber quando o sistema recuperar a eficiência.

Fonte


DeZir o Carro-conceito da Renault

Primeiro projeto dirigido por Laurens van den Acker, o DeZir, que marca presença no estande da Renault no Salão do Automóvel de Paris 2010, representa o pontapé inicial de uma série de carros-conceito que traduzirão a nova visão do Design da Renault. Ele também apresenta os conceitos do design dos futuros veículos da marca.

O carro-conceito Renault DeZir reafirma o compromisso da marca com o desenvolvimento de modelos cujo desenho externo e interno sejam inspirados em três palavras-chave: “simples”, “sensual”, “caloroso”.

Com linhas sensuais e sua cor vermelho vivo, o DeZir traduz a paixão pelo automóvel. Equipado com um motor elétrico, este cupê esportivo combina respeito ao meio ambiente com elegância automobilística.

Com a orientação de Laurens van den Acker e guiada pela nova assinatura da Marca – “Mude a Direção” –, a equipe de Design se inspirou nos conceitos da identidade da marca Renault (Próxima, Confiável e Calorosa) para criar um design mais emocional.


Atrás do “objeto de desejo”, um carro elétrico
Enquanto o Z de seu nome é uma referência direta à assinatura Z.E. (Zero Emission), elementos de estilo conferem a ele tecnicidade e leveza, atributos naturais do automóvel elétrico.

Para dar ritmo ao conjunto, sua superfície fluida e lisa contrasta com detalhes confeccionados em material áspero, como os painéis laterais em alumínio, a parte superior do teto e as “pálpebras” dos faróis dianteiros.

A frente do Renault DeZir é atravessada por uma entrada de ar desenhada ao redor de um losango ampliado e verticalizado, para indicar com orgulho o seu DNA Renault. O tratamento escuro da grade da entrada de ar destaca o losango através de um contraste, conferindo a ele ainda mais visibilidade.

Os faróis são concebidos sob a forma de prismas retroiluminados, proporcionando um visual bastante gráfico. O desenho dessa frente nos dá pistas sobre a nova identidade dos futuros carros da Renault.

As lanternas traseiras tomam a forma de uma faixa luminosa suspensa sobre toda a largura do carro. Realçado pela retroiluminação da grade traseira, o logo da Renault parece flutuar no meio dessa superfície.

O design interno tem um ar de leveza. Suas formas são suaves e leves. A cor dominante é o branco, pontuada do mesmo vermelho paixão encontrado do lado de fora. Os materiais são preciosos, como os sentimentos que o inspiram: couro branco para os bancos, o painel e o piso, laca vermelha para o console e os acessórios.

Os assentos formam um verdadeiro casulo. O banco é montado a partir de uma superposição de elementos em couro branco, em capitonê do lado do passageiro e liso do lado do motorista, como se quisesse traduzir o movimento de atração de um pelo outro.

Inspirado na ideia do encontro amoroso, o design interno brinca com a associação de “oposições”: O posto de condução do tipo cockpit contrasta com a leveza do painel e com o espírito de “sala íntima” do banco, em couro branco. O banco branco é suspenso sobre um fundo luminoso avermelhado, que simboliza a paixão. Essa iluminação é ritmada por pulsações regulares, que remetem aos batimentos do coração.

O painel de instrumentos destaca visualmente as sensações de pilotagem, através da visualização gráfica das informações colhidas através do acelerômetro e dos sensores de velocidade. A tela central é tátil e integra uma navegação inteligente, que sincroniza os dados do trajeto com a agenda do motorista, para sugerir uma otimização dos compromissos com os percursos.

Um software integrado no painel de instrumentos informa o motorista sobre suas performances dinâmicas de gestão da energia, através de uma interface lúdica e uma visualização gráfica semelhante aos de videogames.


Uma “beldade” elétrica
O Renault DeZir é motivo por um motor elétrico localizado em posição central traseira, conferindo um equilíbrio ideal às massas. Com uma capacidade de 24 kWh, a bateria de íon lítio fica localizada em posição vertical, atrás do banco. Ela permite uma autonomia de 160 km. Ainda que a base do motor seja a mesma dos veículos elétricos produzidos em série, uma evolução permite atingir uma potência de 110 kW (150 cv) e um torque de 226 Nm.

Com o objetivo de melhorar a autonomia e as performances dinâmicas, as equipes técnicas do Design da Renault trabalharam na redução do peso do veículo. Assim, a estrutura da carroceria do DeZir é feita de Kevlar® e o chassi tubular em aço é do mesmo tipo que o do Mégane Trophy.

O Renault DeZir dispõe igualmente de elementos de suspensão do Mégane Trophy – com triângulos duplos – proporcionando alto nível de precisão na condução.

A aerodinâmica também recebeu cuidados, com uma estrutura inferior da carroceria carenada e a adoção de um difusor na traseira. Desse modo, o coeficiente de resistência aerodinâmica (Cx) obtido é de 0,25. Isso permite apresentar performances bastante interessantes, como acelerar de 0 a 50 km/h em apenas 2 segundos.

O reaproveitamento da energia da frenagem também faz parte do carro-conceito DeZir, com um dispositivo baseado no funcionamento do KERS (Sistema de Regeneração da Energia Cinética), utilizado na Fórmula 1. Durante a desaceleração, a energia cinética é retida e armazenada na bateria. Através de um comando no volante do Renault DeZir, o motorista pode proporcionar um complemento pontual de potência, da mesma forma que um KERS utilizado na Fórmula 1.


Características técnicas do Renault DeZir.
DIMENSÕES
Rodas (polegadas) = 21
Comprimento (mm) = 4.225
Largura (mm) = 1.968
Altura (mm) = 1.163
Altura com as portas abertas (mm) = 2.256
Largura com as portas abertas (mm) = 2.682
Distância do solo com carga (mm) = 110
Distância entre eixos (mm) = 2.582
Bitola dianteira (mm) = 1.600
Bitola traseira (mm) = 1.705
Massa do veículo vazio (kg) = 830
Pneus = 245/35 R 21

MOTOR
Motor = Elétrico
Transmissão = Direta com redutor e inversor dianteiro / traseiro
Potência máxima CEE (kW) / (cv) = 110 / 150
Torque máximo CEE (Nm) = 226

BATERIA
Tipo de bateria = Íon lítio
Autonomia (km) = 160

FREIOS - DIREÇÃO
Diâmetro de discos de freio ventilados (em mm) = 356 (dianteiro e traseiro)
Pinças = 6 pistões (dianteiro e traseiro)
Direção = Elétrica com assistência variável

TRANSMISSÃO E CHASSI
Transmissão = Propulsão Direta com redutor e inversor dianteiro / traseiro
Propulsão = Elétrica com diferencial pilotado
Chassi = Tubular em aço

PERFORMANCES
Aerodinâmica Cx = 0,25
Velocidade máxima (km/h) = 180
Aceleração de 0 a 100 km/h em s. = 5
Aceleração de 0 a 50 km/h em s. = 2

O DeZir foi desenvolvido em parceria com o G. Studio (carroceria), DuPont (estrutura da carroceria em Kevlar®), Michelin (pneus) e o IRCAM – Instituto de Pesquisa e Coordenação de Música e Acústica (som).

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Texto e fotos Renault